Crítica | Filme | Instinto Materno

Crítica | Filme | Instinto Materno

O thriller psicológico Instinto Materno (Mother’s Instinct) promete um embate de atuações entre duas vencedoras do Oscar®: Anne Hathaway e Jessica Chastain. E é isso. O filme é baseado no livro homônimo de Barbara Abel e já tinha sido adaptado para o cinema pelo belga Olivier Masset-DePasse, em 2018.

Instinto Materno se passa em algum lugar dos EUA nos anos 1950/1960 e acompanha a vida de duas vizinhas, Alice (Chastain) e Celine (Hathaway), que vivem vidas aparentemente harmônicas ao lado dos seus maridos e filhos.

Contudo, um infeliz acidente fatal bagunça a vida das amigas, que passam a exercer os seus instintos de mãe. Cada uma a sua maneira. Celine culpa Alice pela morte de seu filho e a paranoia toma conta de ambas.

Uma bem cuidada reconstituição de época apoiada nas atuações de Anne e Jessica garantem um suspense bem morno, nada que venha a surpreender o espectador, apesar da tentativa de twist na trama. Muita câmera fechada explora o talento das atrizes, aqui bem confortáveis.

O diretor de fotografia Benoît Delhomme (A Teoria de Tudo) faz sua estreia na direção com Instinto Materno, estabelecendo um clima tenso satisfatório. Contudo, não à prova dos connoisseurs do gênero. Estreia, 28 de março distribuído pela Imagem Filmes e California Filmes.

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