Crítica | Filme | Pisque Duas Vezes

Crítica | Filme | Pisque Duas Vezes

Pisque Duas Vezes, thriller psicológico dirigido pela filha de Lenny Kravitz, Zoë Kravitz (The Batman), embarca no estilo de várias outras produções conhecidas. Corra seria a que mais se assemelha, mantendo um estilo que combina terror psicológico com momentos de humor. Contudo, o espectador certamente lembrará de outras referências, como Midsommar, Psicopata Americano e De Olhos Bem Fechados.

Apesar de bem produzido, a história se perde um pouco. Há uma crítica social feminista bem feita, mas o filme possui momentos que não me agradam.

Em Pisque Duas Vezes, o bilionário da tecnologia Slater King (Channing Tatum, marido de Zoë) conhece a garçonete Frida (Naomi Ackie) em sua gala de arrecadação de fundos e faíscas voam nos olhares. Ele a convida para se juntar a ele e seus amigos nas férias dos sonhos em sua ilha particular. No começo tudo parece perfeito, mas já se imagina que coisas misteriosas começarão a acontecer.

Infelizmente, o filme cai em clichês, apresenta incoerências e um roteiro, em alguns momentos, atrapalhado. No entanto, consegue apresentar um aspecto visual bem realizado. E, claro, o nome da personagem principal já entrega muito da metáfora do filme.

No elenco ainda temos Haley Joel Osment (O Sexto Sentido), Christian Slater, Kyle MacLachlan e Geena Davis. Estreia em 22/8 distribuído pela Warner.

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