Crítica | Filme | A Forja – O Poder da Transformação

Crítica | Filme | A Forja – O Poder da Transformação

A Forja – O Poder da Transformação (The Forge) aposta em dois temas bem populares (motivação e religião) para contar a história do jovem Isaiah Wright, que parece meio sem saber o que fazer da vida. O negócio dele é jogar game e basquete o dia todo, sem assumir nenhuma responsabildiade. Frente esse marasmo, sua mãe o intima a arrumar um emprego para custear o aluguel em sua casa.

Quis o destino que ele cruzasse o caminho de Joshua Moore, um empresário self-made que acredita nele e decide lhe dar uma oportunidade de trabalho. O começo é difícil para Isaiah, mas aos poucos o jovem vai progredindo, pessoal e profissionalmente. Frente isso, Joshua o introduz a um grupo de homens que, em algum momento de suas vidas, passaram por situação semelhante à do rapaz. Quando foi exigido deles determinação, resiliência e fé para assumirem o papel de protagonistas em suas histórias.

O filme é dos mesmos criadores de Quarto de Guerra e Mais Que Vencedores, Alex e Stephen Kendrick, que apostam na Bíblia como estopim motivacional para um público cristão. Confesso que tudo bem americano, afinal de contas, parte do progresso buscado pelos personagens passa pela matéria. É como se o sucesso profissional e o status financeiro dependesse diretamente da dedicação às palavras de Deus.

No mundo dos coaches aproveitadores (alguns inclusive abraçando a política), é como dizer que basta trabalhar duro e praticar o bem de acordo com a Bíblia que somente coisas boas acontecerão com você. Nada contra isso, só que é uma das várias “linhas de trabalho” ofertadas nos dias de hoje. Pode fazer a cabeça de uns, mas não de todos. Há que se respeitar, claro.

A Forja – O Poder da Transformação estreia em 26/9 distribuído pela Paris Filmes.

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