Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple) chega totalmente conectado com o filme de 2025, Extermínio: A Evolução (28 Years Later) e se passa, obviamente, 28 anos após o apocalipse provocado pelo vírus da raiva.
Ou seja, pode ser assistido individualmente, mas o justo e adequado é ter em mente toda a franquia, iniciada em 2002. Neste novo capítulo, encontramos o doutor Ian Kelson (Ralph Fiennes, de Conclave) sobrevivendo solitário em meio as hordas raivosas e um ou outro sobrevivente. Caso de Jimmy Crystal (Jack O’Connell, de Pecadores) e seus “dedos”, um grupo meio satanista cujo objetivo é enviar corpos e almas para o mestre, Nick.
Em meio a um inevitável confronto, Ian ainda se esforça para tentar curar um contaminado (Chi Lewis-Parry), batizado Sansão.
Como era de se esperar, o filme reapresenta alguns mesmos personagens do filme anterior, agora em outra condição. Se engana quem pré-julgar achando se tratar de um repeteco aproveitador. A história é boa, amarra umas pontas e libera outras. Sem spoilers, claro.
Destaque para Fiennes, ator capaz de fazer qualquer participação menor sua valer a pena. E para uma trilha sonora caprichadíssima. Se você gosta do gênero, Extermínio: O Templo dos Ossos vai funcionar bem. É mais que só sustos e vísceras. E parece abrir uma nova porta para o futuro. Veremos. Alex Garland que o diga…
Extermínio: O Templo dos Ossos estreia dia 15/1 distribuído pela Sony Pictures. Ah, mencionei que a produção executiva é de Cillian Murphy? Por que será?
