Crítica | Filme | Pânico 7

Crítica | Filme | Pânico 7

Pânico 7, dirigido por Kevin Williamson, chega com a proposta de manter a essência da franquia, trazendo diversão e momentos icônicos que agradam os fãs do gênero slasher. Dessa vez, a história sai de Woodsboro e vai para Pine Grove, onde o infame Ghostface retorna para aterrorizar novos moradores.

A trama segue Sydney Prescott (Neve Campbell), agora acompanhada de sua filha Tatum (Isabel May) e seu marido Mark (Joel McHale), enquanto tentam lidar com as ameaças de um assassino mascarado. Ghostface volta a atormentar Sidney, ameaçando sua filha e seus amigos, e, como em toda boa sequência de Pânico, novas estratégias são desenvolvidas para tentar capturar o assassino. A franquia chega a seu 30º aniversário com um roteiro que foge um pouco do óbvio, trazendo boas surpresas e mantendo o gore e o humor característicos de sua proposta.

As mortes são bem executadas, com lutas intensas entre Ghostface e suas vítimas, além das clássicas piadas e referências aos filmes de terror anteriores. O filme também faz questão de relembrar momentos icônicos da saga, incluindo o célebre “Hello, Sidney”, uma das frases mais marcantes da franquia.

Pânico 7 funciona como um bom entretenimento para os fãs da série, com doses de nostalgia e tensão, mantendo o equilíbrio entre o gore, o suspense e as surpresas no enredo. A produção segue as tradicionais homenagens aos filmes de terror e as famosas “regras” que sempre aparecem nas conversas dos personagens.

No elenco, além de Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, retornam, ao lado de Mason Gooding, Mckenna Grace, Asa Germann e Matthew Lillard, entre outros.

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