Crítica | Filme | Apaixonada

Apaixonada é uma jornada de autodescoberta e recomeços que estreia em 7 de março, distribuída pela Imagem Filmes.

Baseado no livro Apaixonada aos 40, de Cris Souza Fontes, o longa propõe levar o espectador para uma jornada de autoconhecimento, amor e redescobertas.

O filme conta a história emocionante de Beatriz (Giovanna Antonelli, de S.O.S.: Mulheres ao Mar 2), uma mulher de 40 anos que se vê diante de uma crise existencial.

Após sua filha de 21 anos partir para estudar em Buenos Aires e seu marido pedir o divórcio, Beatriz se sente perdida e sem rumo. A monotonia da sua vida a leva a questionar tudo em que sempre acreditou. É nesse momento que ela decide tomar as rédeas da sua vida e dar início a uma aventura transformadora.

Com o apoio de seus amigos inseparáveis, Beatriz se abre para novas experiências e paixões. Ela se envolve com um jovem vendedor de sorvete e embarca em uma viagem para reencontrar sua filha, descobrindo novas facetas de si mesma ao longo do caminho.

Ainda que o tema inspire reflexões, Apaixonada é uma comédia romântica dramática que pode fazer rir, chorar e se identificar com a protagonista. O filme convida a refletir sobre a importância de seguir seus sonhos, aproveitar cada momento da vida e encontrar a felicidade dentro de si mesmo.

Embora o ritmo do filme desacelere em alguns momentos, a história de Beatriz prende do início ao fim. Atuações convincentes, diálogos cativantes e uma trilha sonora emocionante (assinada por Rogério Flausino e Marcelo Souza) transportam o público para dentro da trama.

Ainda que não se aprofunde tanto.

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