Crítica | Filme | Licença Para Enlouquecer

Crítica | Filme | Licença Para Enlouquecer

O longa brasileiro Licença Para Enlouquecer chega ao circuito nacional em 4 de abril distribuído pela Pipa Pictures e pela Imagem Filmes. E talvez um tempinho atrasado.

Isso porque a trama localiza três amigas inseparáveis, Sara (Mônica Carvalho), Lia (Danielle Winits) e Leia (Michele Muniz), enfrentando a pandemia de Covid-19. Em meio a máscaras, álcool em gel e lockdown, as três partem para a paradisíaca praia de Maragogi, no Alagoas. E é isso.

As belas locações de Maragogi são um personagem importante de Licença Para Enlouquecer e me arrisco a dizer que a história não aconteceria sem elas. Talvez sejam o único ponto a favor do filme, aliás. Creio que ainda que bem familiarizados com os protocolos todos da pandemia, já não faz sentido revivê-los em tela.

Pior, tentar arrancar humor dessas situações não funciona no filme. Muita gente já explorou o tema demasiadamente nas redes sociais bem em meio a pandemia. Ainda está tudo por aí, a propósito. A mim, incomoda sequências longas demais explorando as paisagens, apenas com uma trilha de fundo. Ou uma sequência musical que se estende por toda a duração de uma canção.

A direção é de Hsu Chien (Me Tira da Mira) para roteiro de Mônica e Michele ao lado de Marcelo Corrêa.

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