Crítica | Filme | Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2

Crítica | Filme | Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2

Lembra do Ursinho Pooh, o simpático ursinho amarelo que alegrava a infância de muitos? Ou Puff, para muitos brasileiros… Pois esqueça essa imagem, já que em Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2, o personagem se transforma em um monstro assassino em um slasher trash que, além de ser uma péssima continuação, também decepciona como filme de terror.

Explorando a brecha do domínio público, o longa dirigido por Rhys Frake-Waterfield recicla o famoso personagem infantil para entregar uma trama repleta de violência gratuita e mortes mal executadas. Christopher Robin, agora adulto, tenta seguir em frente após os eventos do primeiro filme, mas logo se vê novamente confrontado pelo terrível Pooh, que agora se tornou um urso gigantesco e sanguinário.

Um terror sem sustos e personagens sem carisma

O roteiro fraco e sem originalidade falha em desenvolver os personagens, tornando-os superficiais e sem qualquer conexão com o público. As mortes, que deveriam ser o ponto alto do filme, são mal coreografadas e sem impacto, falhando em gerar qualquer tipo de tensão ou medo.

Mesmo para os apreciadores do subgênero slasher e trash, Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2 se mostra uma experiência frustrante. O filme não acerta em nenhum quesito, desde a atuações questionáveis até a direção sem ritmo. A violência, que poderia ser um elemento interessante, se torna enjoativa e sem propósito devido à má execução.

Um adeus à nostalgia

Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2 mancha a imagem do personagem querido por tantos, transformando-o em algo grotesco e repulsivo. O filme é um desserviço à nostalgia e um desperdício de potencial, falhando em ser tanto um terror assustador quanto um trash divertido.

Com estreia marcada para 25 de abril pela Imagem Filmes, Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2 é um filme que pode ser facilmente ignorado. Existem opções muito melhores para quem busca um bom slasher ou um filme trash divertido.

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