A Copa do Mundo de Futebol vem aí e a Netflix, como não é boba nem nada, lançou uma trinca de documentários para o esquenta. O primeiro é este, Ronaldinho Gaúcho, série em 3 episódios focada na carreira do chamado Bruxo e que estreou em 16/4.
Ainda teremos no começo de maio um documentário sobre o Tetra de 1994 e em junho um dedicado ao futebol de várzea, atividade um tanto restrita de uns tempos para cá, mas que ajudou a revelar grandes talentos dessa modalidade.
É para quem gosta de futebol, claro, mas não esperem algo tão interessante quanto Romário, o Cara (HBO, 2024), muito mais centralizado na personalidade forte do Baixinho e suas várias situações polêmicas. Sim, tivemos gols antológicos, glória, títulos, etc., contudo, o material de Romário é mais rico.
Ronaldinho Gaúcho é mais chapa branca, apesar de passar por isso tudo também. Não adianta, a figura de Ronaldinho nem de perto parece ter rejeição. Mundialmente, diga-se de passagem.
Essa conta é apresentada ao irmão e empresário do jogador, Assis, comparado no mundo do jornalismo esportivo ao que Neymar é para Neymar Júnior. Historicamente falando, como na passagem da prisão de Ronaldo e Assis no Paraguai, ambos com passaportes falsificados e até sem uma justiticativa plausível para o ocorrido.
No final das contas, já que em abril de 2026, as perspectivas para a seleção brasileira não são as melhores para a Copa, fica valendo rever cenas antológicas da carreira em campo de Ronaldinho. Fora do campo só vale se você curte fofoca. E olha que o documentário nem traz material quente.
De quebra, é possível conferir depoimentos de figuras do esporte, como Lionel Messi, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Felipão, Carles Puyol e Galvão Bueno, entre outros.
