Crítica | Filme | Resident Evil

Crítica | Filme | Resident Evil

Adaptações são recursos difíceis de serem feitos no cinema. Temos filmes que são odiados por fazerem uma cópia de seus jogos e outros subjugados por serem diferentes de seus originais. Resident Evil não é nem um nem outro.

O novo filme da franquia é um reboot por completo, algo novo, único. Temos aqui uma obra que compreende a sensação de se jogar um jogo, de entrar naqueles meandros e assim, não necessita de um roteiro adaptado, mas da forma como aquela configuração do jogo é transmitida as telas.

Zach Cregger, dirigindo seu terceiro filme, entende isso plenamente e faz de Resident Evil uma obra que compreende a sensação de se jogar, e que sensação boa é essa.

Ao final, o novo filme de Resident Evil, apesar de não ter elementos parecidos em conteúdos, compreende tudo em questão de adentrar aqueles meandros, aqueles sustos, aquela configuração de terror e como a tal funciona.

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