Crítica | Filme | Robô Selvagem

Crítica | Filme | Robô Selvagem

O longa Robô Selvagem é baseado no best-seller infantojuvenil de Peter Brown realizado pela DreamWorks e dirigido por Chris Sanders (Como Treinar Seu Dragão e Lilo & Stitch). A adaptação do romance de Peter Brown é fiel à essência do livro, entregando uma experiência que deve agradar tanto os fãs da trilogia quanto novos espectadores. O roteiro tenta equilibrar um enredo filosófico com o ritmo acelerado esperado de uma animação voltada para esse público infantojuvenil.

Uma obra-prima da animação, apesar de não trazer grandes inovações, pois remete a referências conhecidas, como Wall-E. A história segue Roz (dublada por Lupita Nyong’o), uma robô que encontra um ovo de pássaro e, ao vê-lo chocar, assume a missão de cuidar do filhote. Inicialmente, uma raposa tenta devorá-lo, mas com o tempo, acaba se tornando amiga de Roz e do pequeno pássaro.

No entanto, a empresa responsável pela robô quer capturá-la, o que gera um conflito. Em contrapartida, Roz cria laços com todos os animais da floresta, o que intensifica a trama. A animação é vibrante e cheia de encanto, emocionando muitos espectadores ao longo da história.

Embora o filme não apresente uma ideia inédita, ele mantém o público cativado, especialmente por seu visual deslumbrante, que conquista o coração de quem aprecia uma boa obra de arte.

O elenco de dubladores em inglês é um destaque, certamente, e ainda conta com Pedro Pascal, que traz sagacidade e um toque de humor ao dar voz à raposa Fink, e Catherine O’Hara, que rouba cenas como a gambá Pinktail, oferecendo momentos de leveza. Sem esquecer de outros talentos, como Mark Hamill, Matt Berry e Ving Rhames, que dão vida a personagens secundários memoráveis. Robô Selvagem estreia em 10/10 distribuído pela Universal Pictures.

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