Michael estreia no topo da bilheteria na China

Michael estreia no topo da bilheteria na China

A cinebiografia de Michael Jackson estreou no topo da bilheteria na China, onde o longa estrelado por Jaafar Jackson ganhou uma exibição especial em IMAX no dia 24 de abril. Durante o evento, os fãs locais posaram ao lado de uma estátua de Michael Jackson em tamanho real e devidamente autorizada pela família do cantor. Dançarinos apresentaram coreografias emblemática, como, claro, o moonwalk e fãs compareceram em ritmo de homenagem. Após a exibição do filme, o público espontaneamente cantou Heal the World.

Durante o final de semana de estreia, Michael somou o equivalente a US$ 4,8 milhões de dólares na China, colocando o filme chinês It´s Ok em segundo lugar.

O sucesso financeiro na China repete a performance da cinebiografia do rei do pop em todo o mundo. Desde a estreia na última quarta-feira, Michael somou US$ 217 milhões em todo o mundo, com a bilheteria nos Estados Unidos ficando em US$ 97 milhões no final de semana de estreia. O valor bate a estreia de Oppenheimer, que somou US$ 82 milhões em 2023 e Bohemian Rhapsody, que estreou com uma bilheteria de US$ 51 milhões em 2018.

O sucesso financeiro colocou mais lenha na discussão sobre o filme, que se concentra na trajetória de Michael Jackson da infância ao mega sucesso, deixando de lado o período em que o artista foi acusado de abuso sexual de menores. O filme também sofreu um atraso para a retirada de cenas que mostravam as acusações de Jordan Chandler contra Jackson. O corte dessas cenas, que exigiu uma custosa refilmagem, mostra uma falha gritante de planejamento, já que o acordo extrajudicial entre os dois lados em 1994 determina que o nome de Chandler não pode ser citado em nenhum filme. Como foi possível produzir o roteiro e filmar as cenas sem que alguém lembrasse da proibição no acordo é impressionante.

Em casa, Michael também tem opositores, com a irmã do cantor, Janet, ausente até mesmo das cenas que mostram a família antes da fama. A filha de Michael Jackson, Paris, também criticou a produção, que chamou de fantasiosa. Ainda assim, seguem as notícias de que a biografia ganhará uma segunda parte.

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