Crítica | Filme | Soldado de Chumbo

Crítica | Filme | Soldado de Chumbo

Fazia tempo que eu não vi um filme tão esquecível. Depois de chamar minha atenção em uma rápida passagem pelos cinemas brasileiros (mais pelo elenco do qualquer outra coisa), fui conferir Soldado de Chumbo (Tin Soldier), que está disponível no streaming do Prime.

Decepção pura. Nada salva, nem mesmo o elenco que mencionei (Scott Eastwood, Jamie Foxx e Robert De Niro). Uma história confusa, que parece se apoiar nas alucinações do protagonista (Scott) para engajar o público.

Foxx está pra lá de caricato, assim como De Niro. O texto é desconexo e tem uma porrada de offs para explicar as coisas.

Aí vão dizer que é covardia bater em filme tão ruim assim.

É. Mas já foi o tempo em que, ao considerar um filme fraco, deixava de escrever sobre ele. Essa foi a época em que atuava inserido na indústria de entretenimento e esbanjava compreensão com os realizadores.

Teve filme que tentou ser salvo na montagem e nem assim critiquei. Teve outro onde ocorreram tantas brigas que qualquer química entre a equipe e elenco foi pro saco. Também passou batido.

Hoje a banda toca diferente. Com zero compreensão das distribuidoras para o jornalismo especializado em entretenimento (o negócio hoje é influencers de público), não dá pra passar pano;

Chega a ser uma ofensa um filme como Soldado de Chumbo aparecer como destaque em qualquer local da web!

Mas, já que topei assistir, fica o aviso: são quase 90 minutos perdidos em minha vida!

Para não falarem que não contei a história: Foxx é líder de um Programa meio paramilitar, em princípio afinado com o governo americano. Em algum momento os parceiros se desentendem e o Programa torna-se dsipensável. Eastwood é um professor do Programa que se apaixonou por uma colega e agora, afastado de tudo, é recrutado por De Niro para acabar com tudo.

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